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Cuidando do que é mais importante

Esta percepção é geral: uma vez mais, o ano que mal começou já está chegando ao fim. Os dias “voam” e, quando menos nos damos conta, podemos estar envolvidos numa rotina de afazeres que simplesmente leva nossos dias como o vento carrega as folhas secas pelo ar…

No Salmo 90, Moisés discorre sobre a eternidade de Deus e a transitoriedade do homem. Ele afirma:

Acabam-se os nossos anos como um breve pensamento.” (v. 9)

E continua:

Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; (…) tudo passa rapidamente, e nós voamos.” (v. 10)

O apóstolo Pedro, citando o profeta Isaías, declarou:

Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor(…)” (1Pe 1:24,25)

Por seu caráter escasso, alguém disse que “o tempo é a moeda da vida”, o que temos de mais valioso. E o que temos feito com tão preciosa dádiva concedida pelo Criador?

No findar de mais um ano, é oportuno nos determos por um momento para refletir como temos vivido os nossos dias. Estamos fazendo escolhas néscias, desperdiçando o tempo em coisas vãs, como ansiedades, preocupações e distrações que para nada aproveitam (Mt 6:27)? Estamos valorizando mais as coisas do que as pessoas? Estamos sendo demasiadamente egoístas? Será que estamos dedicando tempo àquilo que é realmente importante? Temos feito cada dia valer a pena? Estamos vivendo ao máximo ou apenas “deixando a vida nos levar”?

Certa vez escutei num sermão algo muito certo: “a maior realização da vida se encontra nos relacionamentos”. A afirmação é válida tanto no âmbito vertical (relacionamento com Deus) quanto no horizontal (relacionamento com as pessoas). Nossos relacionamentos são o bem mais valioso que possuímos. Isso é tão verdade, que o próprio Jesus destacou como principais mandamentos o amor a Deus e às pessoas (Mc 12:30,31; Jo 13:35). No cumprimento dessa ordenança, o tempo desempenha papel chave!

A melhor expressão do amor é o tempo… Quanto maior o tempo dedicado a alguma coisa, mais você demonstra a importância e o valor que ela tem para você.”, disse Rick Warren em seu best-seller “Uma vida com propósitos”. E ele agrega: “o nosso tempo é um presente finito dado por Deus e, por isso, é o maior presente que podemos dar a alguém”. “Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que a fez tão importante”, disse a raposa ao Pequeno Príncipe. Tempo é uma questão de prioridade, e a verdade é que nós priorizamos o que é importante para nós.

Esta é uma época em que muitas pessoas param para avaliar como foi o ano e começam a definir seus objetivos e metas para o ano seguinte. Eis um bom alvo para o ano que se inicia: passar mais tempo com Deus e valorizar mais as pessoas que Ele colocou em nossas vidas. Que possamos investir mais tempo em cultivar e construir relacionamentos saudáveis!

“ ‘A gente só conhece bem as coisas que cativou’ – disse a raposa. ‘Os homens não tem mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto nas lojas. Mas, como não existem lojas de amigos, os homens não tem mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!’ ” (“O Pequeno Príncipe”).

Amigos, a vida é muito curta, portanto, que saibamos aproveitá-la bem, com sabedoria e gratidão, cuidando com apreço daquilo que é mais importante.

Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” (Mt 6:21)

FELIZ 2014! :)

Então você gostaria de aprender uma língua estrangeira…

Fim de ano chegando e muitos começam a traçar seus objetivos para o ano seguinte. Que tal colocar em prática aquele seu projeto de aprender inglês de verdade? Seja no âmbito profissional seja no pessoal, poder se comunicar em outro idioma é uma habilidade que traz diversos benefícios.

A boa notícia é que, com os recursos que hoje temos à disposição, somados à uma boa dose de motivação e disciplina, não é difícil aprender uma língua estrangeira com um bom nível de fluência. O que acontece é que muitas pessoas se iludem, pensando que, para atingir tal objetivo, é suficiente completar o cursinho X ou Y. Quando se dão conta da realidade, muitos simplesmente desistem de continuar aprendendo. Alguns inclusive chegam a dizer: “Não tenho talento para isso!”.

Neste post, veremos alguns dos fatores determinantes quando se trata de aprendizado de línguas estrangeiras. Esses fatores, se compreendidos, podem ajudar bastante numa distribuição mais eficaz de esforços por parte de quem está estudando. Serão mencionados alguns dos recursos existentes, com alguns exemplos concretos para os estudantes de inglês. Vale mencionar que este post apenas reflete a minha experiência leiga de estudante de idiomas e, obviamente, não abarca todos os desdobramentos, complexidades e pontos de vista sobre o assunto.

Competência linguística (fluência)

Sabemos que quatro competências estão envolvidas no domínio de um idioma: ler, ouvir, escrever e falar. Existem habilidades de caráter mais “passivo” (i.e.: ler e ouvir) e existem as habilidades de caráter mais “ativo” (i.e. escrever e falar). O domínio das habilidades ativas está bastante relacionado à competência linguística no idioma.

Em relação a essas habilidades, também existe o aspecto de sincronismo. Escrever e ler são competência assíncronas (podem ser feitas tomando-se quanto tempo se disponha ou seja necessário) ao passo que falar e ouvir são competência síncronas (a comunicação se dá de forma instantânea – não se dispõe de muito tempo para pensar).

Os dois conjuntos de habilidades são importantes, pois um oferece material de insumo para o outro. É intuitivo: um bom leitor tende a ser um bom escritor; e um bom ouvinte também tende a se expressar melhor por meio da fala. Quanto maior a exposição compreensível de uma pessoa à língua (leitura e audição – input), maior tenderá a ser sua competência linguística (escrever e falar – output).

Tentei resumir essas características na figura abaixo, que batizei de Quadrantes da comunicação. Observe que a fala está situada no quadrante “síncrono” e “ativo”, o que justifica o fato de normalmente ser a habilidade mais complexa de ser alcançada. O exercício das habilidades do quadrante “Ativo” tem papel fundamental no desenvolvimento da fluência.

quadrantes da comunicacao

Quadrantes da comunicação

Nota: Aqui utilizei o termo “competência linguística” de forma mais livre, relacionando-o diretamente ao grau de fluência no idioma. De maneira mais rigorosa, Chomsky define o termo como sendo algo ligado a um conhecimento mais intelectual da língua (ideal e teórico), em contraposição ao conceito de “performance linguística”, que seria o efetivo uso da língua na comunicação (mais prático). Para uma breve comparação desses termos, ver o artigo Competence versus Performance.

Aprendizagem Formal e Assimilação Natural

Em seus estudos sobre o aprendizado de línguas estrangeiras, o linguista norte-americano Stephen Krashen diferenciou dois conceitos importantes: aprendizagem formal (language learning) e assimilação natural  (language acquisition). O primeiro está relacionado ao uso de técnicas tradicionais de memorização e estudo de gramática, enquanto o último está mais voltado à exposição a situações reais e uso da intuição. A chave para aprender bem um idioma está em se colocar um enfoque maior na assimilação natural, utilizando a aprendizagem formal como complemento. Normalmente, no Brasil, o que ocorre na área de educação quando se trata de línguas estrangeiras é o oposto. Por isso, não é de se admirar que estejamos tendo resultados tão ruins.

Com isso em mente (e admitindo-se que não seja possível ou viável mudar-se para o país onde a língua é falada), o que eu recomendaria para quem deseja aprender um novo idioma? Para os que ainda não sabem nada (ou muito pouco), considero útil fazer um cursinho por algum tempo para romper a inércia e dar aquela “arrancada inicial”. A exposição estruturada provida em sala de aula ajuda nas etapas iniciais do aprendizado, é prática e também ajudar no estabelecimento da disciplina necessária.

Tão logo a pessoa já esteja um pouco mais familiarizada com o idioma (cada um tem seu tempo para isso), torna-se imprescindível o desenvolvimento de atividades para favorecer a assimilação natural. Para isso, é importante haver muita exposição à língua, tanto visual quanto auditivamente, em situações e contextos reais. Como isso pode ser feito? Através da Internet, é possível assistir a programas de televisão (youtube.com), ouvir rádios, música, conversar com nativos (via Skype, por exemplo), ouvir podcasts e ler (notícias, romances, artigos técnicos, etc.). A seguir, quero destacar dois recursos muito úteis para quem deseja aprender ou melhorar o inglês (existem sites similares para outras línguas): Podcasts e blogs.

Podcasts

Eu, particularmente, sou fã dos podcasts, que nada mais  são do que conteúdos sobre um assunto qualquer que são gravados em áudio (normalmente arquivos .mp3) e disponibilizados para download. É possível usar aplicativos para “assinar” podcasts, recebendo automaticamente o conteúdo sempre que um novo episódio é liberado (o  iTunes é uma opção).

Um podcast que eu recomendo MUITO é o English as a Second Language Podcast, produzido pelo Dr. Jeff McQuillan e pela Dra. Lucy Tse, ambos com muitos anos de experiência na área de Educação e ensino de idiomas. O podcast possui duração média de 30 minutos e é sempre baseado numa situação fictícia do cotidiano (viagens, negócios, saúde, entretenimento, relacionamentos, etc.), normalmente colocada na forma de um diálogo, que dura cerca de 2 minutos e é falado bem devagar. Após o diálogo, o Dr. Jeff explica o vocabulário usado no diálogo e, ao final, há a repetição da situação numa velocidade normal. A transcrição também está disponível no site. Além da série regular, que já conta com mais de 900 podcasts (!), existe a série do English Café, com mais de 400 episódios interessantíssimos sobre cultura geral americana (grandes escritores e personalidades, canções típicas, presidentes, organizações, etc.) e também respostas de dúvidas que os ouvintes enviam. Esta série é simplesmente fantástica. Tudo isso que eu falei é gratuito, mas também é possível ter acesso a uma versão paga que dá direito ao Learning Guide, o qual provê a transcrição completa de tudo o que é falado nos podcasts, explicações adicionais e notas culturais (tudo bem, eles fazem um trabalho tão bom, que eu não me importo de fazer a propaganda).

Outro podcast muito bom especificamente para quem deseja aperfeiçoar-se em questões relacionadas à pronúncia do inglês americano é o Pronuncian. Nele são discutidos didaticamente diversos tipos de padrões para pronúncia, tanto formal quanto informal. Entenda o que são vogais “longas” e “curtas”, voiced e unvoiced consonants, ritmo, entonação e outras diversas curiosidades do gênero. Os podcasts são bem curtos (cerca de 5 minutos) e também possuem transcrição disponível no site.

Blogs

Outro recurso interessante para aprender inglês são os blogs. Dispondo de apenas alguns minutos, é sempre possível aprender algo novo. Entre eles, eu destaco o Tecla SAP e o English Experts (ambos são feitos por e para brasileiros). Vale a pena dar uma conferida neles de vez em quando. Para quem já está num nível mais avançado e se interessa por aspectos mais técnicos, existe também o About.com, que é um blog mais voltado para gramática e redação (este já é todo em inglês, não sendo específico de ESL).

Assim como ocorre com os podcasts, existem aplicações para realizar a “assinatura” de blogs, o que também é muito recomendável usar. Em um único lugar, pode-se controlar os posts já lidos e organizar os blogs assinados em categorias quaisquer. Entre as aplicações disponíveis, está o Feedly, que possui uma interface simples e também pode ser usado com autenticação integrada com a conta do Google.

Conclusão

Neste post, vimos alguns dos diversos fatores envolvidos no aprendizado de uma nova língua. O principal aspecto é que a língua é uma habilidade criativa, e não memorizada. Então, o ideal é utilizar métodos que favoreçam a assimilação natural. Apesar de não ser trivial, há miríades de recursos à disposição e, por isso, não existe desculpa para não aprender.

É muito importante buscar e explorar conteúdos que despertem o interesse, pois o fator motivação é fundamental. Está interessado no novo livro daquele reconhecido autor internacional? Por que não o lê no original? Vai assistir a um filme? Que tal colocá-lo com legendas em inglês? Já ouviu os episódios daquele novo sobre História Contemporânea? Buscar essa interação com as áreas em que uma pessoa já possui interesse é uma ótima maneira de manter o entusiasmo com a língua e aprendê-la de forma mais natural.

Cada pessoa aprende de uma forma diferente, então o ideal é que cada um experimente com as possibilidades e veja o que funciona melhor para si. Aprender bem um novo idioma leva tempo e dedicação, mas certamente é uma das experiências mais recompensadoras que existem!

Em particular, seguem alguns links úteis para quem está estudando inglês:

Blogs

English Experts  |  Tecla SAP  |  Inglês na Ponta da Língua |  About.com

Podcasts – ESL

English as a Second Language Podcast  |  Pronuncian  |  VOA Special English

Podcasts – Sermões

Joyce Meyer  |  Jentezen Franklin  |  Charles Stanley  |  Timothy Keller

Rádio

Radio K-LOVE

More than enough

The other day I was walking down the street going back home after another day of work. I was a little absent-minded, thinking about some of the things that I’d been praying about when it just so happened that Jeremy Camp’s song “Enough” popped up on my iPod and interrupted my thoughts. As I listened, the song reminded me of a simple truth that at times we forget:

God is more than enough.

I mean, it’s great to have enough of something we need or desire. But God is able to go far beyond that! It’s so powerful and amazing that this phrase is used to describe God Himself. It’s associated with the meaning for the Hebrew term “El Shaddai”, which is usually translated in English as “God Almighty”, and also means “The All-Sufficient One”. This name firstly appears in the Scriptures in Genesis 17, when God restated His promise of a son to Abram. As I read in a book, in Abram’s case and in many others’, “God showed His all-sufficiency by turning nature around and providing miracles that were contrary to natural events”.  That emphasizes God’s might and power to do just about anything. God truly is more than sufficient to meet our needs. Each and every one of them (Philippians 4:19).

Notwithstanding, while listening to the song, this time I started to think not of what God can do for me but rather who He already is to me. In other words, I began to meditate and remind myself that I already have all I really need in life: the superb and magnificent presence of Almighty God! As the psalmist put it: “I said to the Lord, ‘You are my Lord; I have no good besides You.’ ” (Psalms 16:2 – NASB). Even in the life of Abram, God showed Himself as his “exceedingly great reward” (Genesis 15:1).

That teaches me that we can rejoice right where we are, knowing that we don’t really “need” anything other than God. When we learn to be content with God and Him alone (and with what we already have in Him), then He’ll eventually give us the things that we previously thought we “had” to have. And by no means I’m saying that we ought to sit back and have no desires or expectations whatsoever in regard to future things. God has many promises for His children and all His promises in Him are Yes and Amen! (2Corinthians 1:20). The Father knows how to give good things to the ones who ask Him (Matthew 7:11). Actually, it’s all just something of a shift in perspective, from focusing less on the blessing to focusing more on the blesser.

Learning to enjoy God’s presence and His Word is key to living a successful, prosperous and full of joy life. That’s part of remaining in the True Vine (John 15), our Lord Jesus Christ; for He is more than enough!

‘”Delight yourself also in the Lord, 
and He shall give you the desires of your heart.”

(Psalm 37:4)

By the way, this is the song (with the lyrics):

10 anos da revista MundoJ

mundoj

A edição deste bimestre da MundoJ marca os 10 anos da revista. Aproveito a ocasião especial para contar como me tornei autor de artigos dessa publicação (também vai ser o primeiro post em português do blog). 

Tudo começou em 2003, quando eu comprei a terceira edição da revista numa banca, em Viçosa-MG. Era uma edição que falava sobre software livre… Isso foi quando eu ainda estava no segundo ano de faculdade e havia apenas começado a aprender Java (a revista se chamava MundoJava). Lembro-me da dificuldade que eu tinha para entender alguns artigos mais técnicos da publicação. E isso era justificável, pois até então o contato que eu havia tido com tecnologia para desenvolvimento era apenas com programação básica em C++/Java e Haskell (ótima linguagem para programação funcional, por sinal). Eu não sabia nada sobre desenvolvimento para a Web, plataforma Java EE, IDEs/frameworks, sistemas de controle de versões e toda a parafernália correlata com a qual quem trabalha na área está acostumado. Aliás, é bom ressaltar que o curso de Ciência da Computação não ensina essas coisas (e nem é esse o propósito, porque a tecnologia muda muito rápido). Boa parte do curso é composta de Matemática (Cálculo e mais Cálculo…), Física e aspectos teóricos de computação (algoritmos, linguagens formais, redes, compiladores, etc.).  Sendo assim, era (e ainda é) fundamental “correr atrás” e buscar livros e qualquer outro material que pudesse complementar a formação acadêmica teórica com as competências técnicas mais “práticas” demandadas pelo mercado de trabalho. Nesse aspecto, a revista contribuiu para que eu começasse a ter maior contato com todo esse universo.

Passados alguns anos, completei meu curso e decidi seguir no meio acadêmico, fazendo mestrado. Nessa época, eu estava aprendendo sobre padrões de projeto, um dos assuntos que eu mais gosto na área até hoje. Em meus estudos nesse tema, acabei me deparando com exemplos muito interessantes de implementação de alguns padrões usando o mecanismo de reflexão disponível na linguagem Java. Achei o assunto tão interessante e original, que resolvi submeter ao editor-chefe da MundoJava uma proposta de artigo nesse tema, que foi prontamente bem recebida. Depois de alguns meses de trabalho, em março de 2007, tive meu primeiro artigo publicado na revista, com o título “Padrões de Projeto e Reflexão” (edição 22).

Gostei tanto da experiência, que continuei escrevendo novos artigos até que, alguns meses depois, o editor-chefe me convidou para fazer parte da equipe técnica da revista. Com isso, além de continuar escrevendo, passei a revisar alguns dos textos publicados por outros autores. Com as frequentes publicações, de vez em quando, acontece de algum leitor enviar seus comentários e dúvidas por e-mail, o que também é algo bem gratificante.

O que eu vejo como diferencial da MundoJ em relação a outras publicações, além da qualidade gráfica de impressão e do aspecto temático (tentar reunir vários artigos dentro de um único assunto), é a característica de buscar trazer artigos que apresentem contribuições relevantes, ou com exemplos ou com ideias, e que não sejam mera repetição de tutoriais facilmente encontrados na Internet. Além disso, é a única revista nacional que eu conheço que aborda desenvolvimento de software de uma forma mais abrangente (sem o enfoque único em uma tecnologia específica). De qualquer forma, a revista também possui seus problemas, existindo pontos que certamente carecem de melhorias (distribuição é um deles).

Encerro este post, portanto, parabenizando toda a equipe da MundoJ pelas 60 edições publicadas ao longo destes 10 anos. Obrigado pela oportunidade de fazer parte dessa história!

(…) Senhor, Deus meu, graças te darei para sempre.” (Salmo 30:12b)

Prayer

I know not by what method rare
But this I know, God answers prayer.
I know that he has given his Word
Which tells me prayer is always heard
And will be answered soon or late
And so I pray and calmly wait.

I know not if the blessing sought
Will come in just the way I thought
But leave my prayers with him alone
Whose will is wiser than my own
Assured that he will grant my quest
Or send some answer far more blest.”

― Eliza M. Hickok

#3 – Let them know

That friend
The one who sticks closer than a brother
And on whom you can count to any extent
Let them know

That caring mother
The one who is always there
And thinks so highly of you, like no other
Let them know

That special person
The one you enjoy so much to be with
And is always full of love and affection
Let them know

Let them know, in what you say
They’re prized gifts from God
In all and every way

Let them know, in essence
They’re fresh-scented flowers
Set on our path with a pleasant fragrance

Let them know, every day
Both in small and big acts alike
Do it now! Do it often! Do it always!

A kind word, a gentle smile, a loving act
Simple things that make life so wonderful in fact

A heartfelt compliment, a warm hug, a tender kiss
Expressions that truly bring about such a bliss

Little gestures, don’t take them for granted
What are you waiting for? Go do it:

Let them know.

― Alexandre Gazola (28/12/2012)

It’s all a matter of perspective

It’s all a matter of perspective. We all have something to be thankful for.

“I am thankful for the taxes I pay each year because that means I have a job.

I am thankful for the mess I have to clean up after the party because that means friends have surrounded me.

I am thankful for the lawn that needs mowing, the windows that need cleaning, and the gutters that need repair because they mean I have a home.

I am thankful for sore muscles and for weariness at the end of the day because it all means I was able to work hard.

I am thankful for the lady behind me in church who sings off-key because that means I can hear.

And I am thankful for the alarm that goes off early in the morning because that means I’m still alive.”

“In everything give thanks; for this is the will of God in Christ Jesus for you.”
(1 Thessalonians 5:18)

From the message “Keeping the right perspective.” (Joel Osteen)

Natural wisdom from the Bible: Ants

I’ve been listening to an inspiring 4-part series on natural wisdom by Juan Vereecken and Roberto Bautista. In this post, I’m going to summarize some of the things that I learned about the wisdom related to ants. If you understand Spanish and want to listen to the messages yourself, they can be downloaded here.

“Four things on earth are small,
yet they are extremely wise:
Ants are creatures of little strength,
yet they store up their food in the summer (…) “

(Proverbs 30:24, 25 – NIV)

Ants are wise because they store up their food in the summer so they’ll have enough in the winter. What is the principle here? Preparation. They get ready for the winter that eventually will come, before it comes. By preparing ourselves for the “winters” that will surely come along, we’re going to be secure.

Now there are things that we know they’ll come and when they’ll come, such as starting a new job, getting into the university, having a child (for some couples), etc. Besides, there are things we know they’ll come but we don’t know when, such as the loss of a loved one. There are still things that we don’t even know whether they’ll come, such as a rough financial situation, a disease, etc.The question is: what can we do before those things happen? The ants give us the answer: we ought to prepare ourselves beforehand. How can we do that? Some of the ways include:

  • Establish firm criteria before things happen – Roberto gave as example two criteria he and his wife established in their own life: one is to not start something new in life with debts and the other is when they can’t seem to come to an agreement over any issue, they’ll look for a third-party’s opinion. Other firm criteria he mentions include not marrying a non-christian person, not having sexual intercourse before marriage and so on and so forth.
  • Have right expectations toward people and toward life – this one is huge! What disappoints us is not the people or the situations of life, what disappoints us is our expectations toward them. Many people tell their spouse or their friends: “You’ve disappointed me!” In fact, they’ve disappointed themselves because of the high expectations they placed upon others. As tough as it may sound, that’s sheer reality. People get frustrated all the time because they have unreal expectations toward others. What’s worse, the people we love the more are the people who let us down the more, because they are the ones we expect the most from. Therefore let’s learn to have balanced expectations toward people and toward the circumstances of life. We ought to learn to give others the benefit of the doubt and make allowances for their mistakes. This will build up a healthy emotional protection for our lives.
  • Eat healthy food and exercise yourself regularly – when you take care of your health by eating appropriately and doing physical exercises, you’re protecting yourself against health problems.
  • Save moneyit’s important to have a financial reserve to help you when unexpected events come along. Unforeseen things quit being unforeseen when you protect yourself against them in advance.
  • Take care of your relationships – both with God and with people - there are people who have never bothered to grow their faith, who never spend quality time with God. The time will come when they’ll need God’s help and, by then, will find themselves in trouble because they have not taken time to develop a steady relationship with God beforehand. How can we avoid that to happen in our lives? By spending daily time with God, praying and reading the Scriptures. In addition, we should take good care of our relationships with other people. Choose wise friends and invest time on them as well! Invest time on your main relationships, your family and friends. But do that in a systematic way! For example: every Friday night you’re going to spend with your spouse; every week you’re going to call your loved ones that live away from you, etc.

This simple message, extracted from the life of ants, is full of wisdom. In the next days, take time to think of how you can better prepare yourself in advance against the winters that will eventually come. Don’t forget that the best time for one to do that is in the summer, when things are well, because when the winter comes, it might be too late to do something about it.

Book review: Domain-driven Design

Last year I finished reading the excellent book Domain-driven Design, by Eric Evans; but it was not until now that I’ve managed to put aside some time to write about it.

In a time when we have lots of different kinds of cool tools and technologies, it can be easy for us developers to become entangled in those issues and forget to pay close attention to the core problem domain. The approach of Domain-driven Design (DDD) shifts the focus back to the domain, joining together developers, users and domain experts through the use of a common language, spoken and understood by everyone: the ubiquitous language. With the terms of this shared language, we can develop a model which will be used to drive design (hence the term “model-driven design“). The idea is for the code to faithfully reflect this model. This approach enables excellent communication among the stakeholders and empowers the design with the richness of the domain which in turn makes it possible for the system to evolve more easily as the users demand new features.

And that’s Domain-driven Design in a nutshell! Simple, isn’t it?

Yes, that is DDD. However, putting that into practice is a whole different thing. In the book, Eric Evans explains how to apply DDD, what are the some of the challenges and difficulties, how to express the model in code, supple design, patterns, large-scale structures, etc. I definitely recommend reading the book, especially  parts I, II and III.

Just one more comment to finish this post: I came to the conclusion that it is virtually impossible to apply DDD without continuous Refactoring. This happens because the ubiquitous language and the model are constantly evolving as developers and users gain new insights. Actually, coming up with a good model is a strenuous task and, therefore, things are likely to change often (especially at the beginning of the project) and the code needs to easily accomodate these changes. Since it’s unwise to do refactoring without automated tests, some flavor of Test-driven Development is highly desirable as well.

Public competitive examinations in IT – MundoJ 45

My new article on MundoJ magazine (former MundoJava) is out, after about one year without publishing. In this article, my colleague Rafael Pereira and I talk about an interesting but rather unusual topic: public competitive examinations (the best translation I found for “concurso público”, in Portuguese) in IT. The idea for the article came from the desire to help announce the publication of Rafael’s new book, whose subject is Java for public competitive examinations.

Different from what happens in other countries, here in Brazil the candidates for a job position in public companies must pass these kinds of exams; and they are highly competitive. In the article, we go over the advantages and (a few) disadvantages of working at public companies, with emphasis on the IT industry. At the end, we present some questions of real exams with answers and comments (the questions concern primarily Object-orientation, design patterns, Java SE and Java EE). We appreciate any feedback on the article.

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