Um convite à comunhão

Amo esse momento mágico do dia, que conhecemos por “entardecer”, “pôr do sol”, ou, mais poeticamente, “ocaso”, “crepúsculo” ou “poente”.
.
Os americanos e ingleses o chamam de “sunset”; os espanhóis, “la puesta de sol”; para o os italianos, é “il tramonto”; e, para os franceses, “le coucher du soleil”.
.
Os fotógrafos o apelidaram de “hora dourada”, por ser o momento ideal para fazer as melhores fotos (junto com o nascer do sol).
.
Em Gênesis, tratava-se da “viração do dia”, que, para o povo judeu, marca o fim de um dia e o princípio do dia seguinte (“houve tarde e manhã”). Logo, uma oportunidade de recomeçar.
.
Não por acaso, temos evidências de que era justamente a hora em que Deus vinha ao Jardim do Éden ter comunhão com o homem.
.
Cada pintura diária na abóbada celestial é um presente do Supremo Artista para todos nós; e, sem dúvidas, continua sendo um convite à comunhão projetada desde o início para esse instante.
.
Portanto, independente do nome que você dê a esse momento, por que não fazer dele uma ocasião de conexão com o Criador? Ele continua falando… 🤗🌅
.
“Por meio de tudo que ele fez desde a criação do mundo, podem perceber claramente seus atributos invisíveis: seu poder eterno e sua natureza divina.” (Romanos 1:20 – NVT)

Poema della Gratitudine

POEMA DELLA GRATITUDINE

Ringrazio per la Sua dolce presenza, che non mi lascia mai. Ringrazio per la forza per superare le avversità; per la fede, che estingue le impossibilità; per la speranza, che non delude; per l’amore, che soffre ogni cosa, crede ogni cosa, spera ogni cosa, sopporta ogni cosa.

Ringrazio per la predicazione della Parola, per la rivelazione dello Spirito, per la grazia del Padre. Ringrazio per la luce, per la salvezza della croce! Ringrazio per il corpo flagellato e per il sangue versato dal Figlio, Gesù. Ringrazio per l’inspiegabile perdono; per la pace, la salute e la trasformazione.

Ringrazio per ogni risveglio all’alba, che porta il rinnovo delle Sue misericordie sempiterne. Ringrazio per il gusto dei cibi, per la tazza di caffè… e anche per il piacere del cioccolato!

Ringrazio per il rumore del mare, per le sfumature delle stagioni, per i dipinti del Creatore… per il profumo delle rose, per la gioia dei sorrisi, per le risate che non finiscono mai.

Ringrazio per la famiglia: per coloro che sono vicini e per coloro che sono lontani. Ringrazio per l’amore della mamma, per la fedeltà degli amici e per i legami fraterni; per le spensierate chiacchierate, per la gentilezza del prossimo e per la complicità di chi ci ama.

Ringrazio per la tenerezza del bacio, per l’empatia dello sguardo e per la premura dell’abbraccio di chi ci vuole bene. Ringrazio per quei momenti che sono così belli da voler farci fermare il tempo…

Ringrazio per la capacità di lavorare, per la possibilità di creare, per i colleghi con cui collaborare; per crescere, per imparare e fare in modo che la vita di qualcuno sia migliore. Ringrazio per il sonno, che l’energia riporta, e per il sogno, che l’entusiasmo provoca.

Ringrazio il mio Buon Pastore, per non farmi mancare nulla; per supplire a ogni bisogno, per concedere bendizione dopo bendizione. Ringrazio per tutto, infine; ringrazio Te, mio Padre, per la Tua vita che c’è in me!

Benedici, anima mia, il Signore e non dimenticare nessuno dei suoi benefici.”(Salmi 103:2)

🖋Alexandre Gazola

Addio Italia!

Quase um milhão de italianos emigraram para o Brasil entre 1880 e 1900. Entre eles, meu bisavô Lorenzo Luigi Gazzola. A grande maioria desses emigrantes eram camponeses e trabalhadores manuais que, assolados pela miséria, doenças e desemprego, lançavam-se na busca por uma vida melhor do outro lado do Atlântico.


Esse é o pano de fundo do romance “Addio Italia“, de Gianni Favarato. Pela história, é possível ter uma ideia das péssimas condições de vida que as famílias possuíam, o trabalho árduo nas terras dos fazendeiros para mal conseguirem se alimentar (a polenta era a “iguaria” das famílias pobres).


Uma possibilidade, então, se apresentava:


Deixar para trás o seu povoado e submeter a sua família a uma exaustiva e temerária viagem de navio, com o sonho de ter uma vida mais digna. Será que os riscos valiam à pena? Afinal, se tratava de uma viagem que durava de 20 a 30 dias, em condições precárias de higiene (muitos morriam no trajeto) e
rumo a uma terra distante e desconhecida, sem nenhum tipo de garantia de êxito. Muitos, inclusive, acabaram retornando à Itália ou reemigrando para outros países quando não encontraram as condições que esperavam.


Em todo caso, uma coisa tem que ser dita: esses emigrantes foram muito corajosos. Fizeram algo para mudar a situação em que se encontravam. Deram um passo de fé.


Quantos de nós não estamos satisfeitos em alguma área da nossa vida e, contudo, não fazemos absolutamente nada para mudar? Seja por medo do desconhecido ou pelo simples comodismo de permanecer em “terreno familiar”, nos acostumamos, por vezes, a viver uma vida medíocre e robotizada, lutando para apenas “sobreviver”.


A pergunta que fica é: até quando?


Já é hora de decidir tomar o navio da fé, propósito e atitude e se lançar a viver em “novas terras”. Entrar na nau do conhecimento e da sabedoria; embarcar numa vida de amor a Deus e ao próximo; tomar o barco da auto-responsabilidade, disciplina e confiança. Assim, será possível construir uma nova realidade de vida, cheia de alegria e satisfação.


‘Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.’” (Jr 29:11)

Addio Italia!

🖋Alexandre Gazola

Aquisição de vocabulário nativo por meio de línguas estrangeiras

Em nossa sociedade hodierna, é sabido que um bom conhecimento de uma língua estrangeira aporta diversos benefícios a uma pessoa, sob os os mais variados aspectos. Além de abrir o leque de possibilidades de aprendizado, comunicação e interação com pessoas de outras nacionalidades e culturas, há um benefício, talvez menos conspícuo, que esse conhecimento pode proporcionar: expansão e enriquecimento de vocabulário na própria língua materna.

Para a minha a dita, ao estudar com alguma profundidade três línguas estrangeiras (inglês, espanhol e italiano), tenho identificado um pletórico léxico que acomuna essas línguas com a língua portuguesa. De fato, não é difícil explicar esse fenômeno do ponto de vista linguístico: trata-se de idiomas pertencentes à família de línguas indo-europeias e que, ou derivaram diretamente do latim (português, espanhol e italiano) ou sofreram uma forte influência deste (inglês).

Para vermos isso de forma mais concreta, vamos a alguns exemplos:

  • A conjunção adversativa “mas”, embora exista no espanhol, tem seu uso mais restrito a contextos formais. A palavra mais usada é “pero“. Já, no italiano, eles utilizam igualmente “però” e “ma“. Não é interessante?
  • Em italiano, é de uso comum o adjetivo “estivo“, que se refere a algo típico da estação verão. No português, temos a palavra “estival”, com o mesmo significado.
  • Em inglês, a palavra “compromise” tem a ver com um acordo em que há transigência entre as partes. Trata-se, portanto, de um falso cognato com o português (“compromisso”) e também com o espanhol (“compromiso“). “Compromisso” (no sentido de “pacto” ou “obrigação”) é “commitment“, em inglês. Curiosamente, no italiano, a palavra “compromesso” tem o mesmo significado de “compromise“, no inglês. Já no sentido de “obrigação”, o termo em italiano é “impegno“.
  • Em italiano, o verbo “vencer” é “vincere“. Porém, diferentemente do verbo em português (e espanhol), ele também pode ser usado tendo como objeto a recompensa que se obtém com a vitória. Por exemplo, no italiano você pode dizer “vincere una medaglia”, porém no português isso não é possível (não se diz “vencer uma medalha”, e sim, “ganhar uma medalha”). Já o verbo “to win“, em inglês, funciona de forma semelhante a “vincere” no italiano.

Estes são apenas uns poucos exemplos das relações interessantes entre vocábulos de origem comum entre essas línguas. Eu poderia citar diversas palavras novas que aprendi (em português) em consequência da leitura de textos em outros idiomas. Aliás, já estou fazendo isso ao usar propositalmente diversos desses termos ao longo do texto, não com o intuito de tergiversar numa loquacidade pedante, porém justamente com o intuito de ilustrar esse olvidado benefício da expansão de vocabulário nativo. 🙂

Para que isso ocorra, contudo, é fundamental estar provido de um fácil acesso a dicionários, tanto na língua estrangeira quanto na língua portuguesa. Ao se deparar com um vocábulo novo, especialmente em línguas latinas, deve-se fazer uma consulta a um dicionário para verificar se o termo (ou alguma variação dele) existe na língua materna. Manter um glossário pessoal para posterior consulta é de grande valia nessa prática, e, em especial para potenciais escritores, constitui-se numa ferramenta de valor inefável.

Malgrado o esforço imane exigido para se aprender uma nova língua, as miríades de vantagens sobrepujam as energias despendidas. Entre essas vantagens, destaquei neste texto a possibilidade de construção de um léxico mais rico na própria língua de origem. Alguém que se lance nessa empreitada certamente colherá preciosos dividendos intelectuais, profissionais e socioculturais: motivos mais do que suficientes para não deixar que esse projeto de aprendizado fique para as calendas.

A felicidade nas coisas simples da vida

L’unica vera felicità si trova la dove non appare; ogni foglia che cade a terra racchiude la sua piccola gioia.” (Pollyanna cresce)

Gosto muito quando chega a época de outono/inverno na cidade em que vivo. Os dias ficam com uma temperatura excelente: aquele friozinho na sombra contrastado por uma sensação tão agradável ao sol. Notei isso num dia desses em que fui a um parque. Na falta de bancos, muitas pessoas se sentavam no gramado para aproveitar o solzinho (aliás, era o sol de meio dia, e nem parecia). Eu, que não sou bobo, fiz o mesmo. 🙂

 

Paro para pensar em como coisas ou momentos “triviais” como esses acabam muitas vezes “passando batido”, seja pela rotineira correria da vida ou então pelas constantes distrações de um inquieto mundo virtual.

 

Isso tem a ver com a citação que introduz este post, retirada de um livro que li recentemente. Em outras palavras, a frase quer dizer que a felicidade se encontra em lugares improváveis. Até mesmo uma mera folha que cai de uma árvore “carrega consigo sua pequena alegria”.

 

Fica a reflexão: cada dia, por mais difícil que possa parecer, nos brinda com algo de bom, nos detalhes que passam despercebidos pelos nossos olhos. A candura de um sorriso, um abraço apertado, o aroma de uma xícara de café, os matizes do nascer e do pôr do sol, o barulho de sossego das ondas do mar, a incontida euforia de risadas entre amigos, a emoção de uma bela canção… são todos presentes singelos de um Pai bondoso, cuidadoso e criativo.

 

Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. E sede agradecidos.” (Fp 4:4, Cl 3:15b)

Inglês Bíblico

Inglês BíblicoPessoal, hoje gostaria de deixar um convite para a galera que curte inglês.

Estou começando com o perfil @inglesbiblico no Instagram. Compartilharei por lá dicas de vocabulário, expressões idiomáticas e curiosidades, sendo tudo voltado predominantemente para o mundo cristão.

Acredito que o conteúdo será especialmente proveitoso para aqueles que possuem vocação ao trabalho missionário ou interpretação/tradução. Contudo, qualquer pessoa interessada em aprofundar seus conhecimentos da língua inglesa poderá se beneficiar das postagens.

E então? Quer melhorar seu inglês e, de quebra, aprender um pouco mais sobre a Palavra de Deus? Então acompanha lá o @inglesbiblico! 😉